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Partido critica tratamento dado à categoria pelo prefeito Sérgio

O diretório municipal do Partido dos Trabalhadores manifestou repulsa a postura adotada pelo prefeito Sérgio Azevedo em relação ao acordo coletivo com os servidores públicos municipais. "É inaceitável que uma administração, a quem a lei e os princípios civilizatórios obrigam tratamento digno aos cidadãos e cidadãs, entre os quais os servidores públicos, trate de maneira ostensivamente hostil uma negociação para acordo coletivo", manifestou o diretório.

Para o PT, a pronta recusa da quase totalidade das cláusulas propostas demonstra total desrespeito e desconsideração aos trabalhadores, responsáveis maiores pela qualidade do serviço público e aposta no confronto. "A proposta de aumento real de apenas 0,38% apresentada pela equipe do prefeito, uma vez que o mandatário sequer compareceu às negociações, é uma afronta à dignidade dos servidores, que enfrentam diariamente desafios e dificuldades para desempenhar suas funções com excelência. Tal proposta é um insulto à valorização do trabalho e uma evidente demonstração de descaso com o funcionário público", afirmou.

"Os servidores públicos são fundamentais para o funcionamento adequado da máquina administrativa e merecem ser tratados com respeito, dignidade e justiça. O desrespeito demonstrado pelo prefeito Sérgio Azevedo, ele mesmo um servidor beneficiário das lutas da categoria, revela uma postura arrogante e insensível, alheia às necessidades e aos direitos dos trabalhadores. E, por óbvio, a pequenez de seu grupo político emboletados em cargos e negócios, cujo único projeto para Poços é a ausência de qualquer projeto e se expressa no comportamento de outros integrantes da administração, como é o caso do lamentável diretor do DMAE, Paulo César Silva - não compareceu às negociações, recusou todas as cláusulas sugeridas pelo sindicato e ainda tripudiou e debochou dos manifestantes dos servidores durante a legítima manifestação que ocorreu em frente à prefeitura. Uma postura desrespeitosa."

Eleições municipais

O entrevistado ontem pelo programa Amigo Promotor, comandado pelo promotor Dr. Glaucir Antunes, foi o coordenador do Centro de Apoio Operacional Eleitoral do Ministério Público de Minas Gerais, Dr. Emmanuel Levenhagen Pelegrini, que revelou pontos importantes sobre as eleições. Na avaliação dele, eleição municipal é a mais desafiadora para todos os operadores de Direito, autoridades que atuam na área.

"No município é onde tudo acontece, que os problemas emergem, que os candidatos são pressionados, os vereadores, é nos municípios que vocês têm uma disputa mais ferrenha, mais aguerrida. Este cenário das eleições municipais é sempre muito desafiador", analisou. Segundo ele, o Ministério Público de Minas Gerais está preparadíssimo para as eleições deste ano, sendo que os promotores eleitorais já assumiram seus respectivos mandatos. "Os promotores eleitorais são basicamente os mesmos que atuarão na eleição de 6 de outubro e, se for o caso, dependendo do município, se tiver mais de 200 mil eleitores, no segundo turno, no final de outubro", informou o Dr, Emmanuel.

De acordo com ele, está sendo feita uma campanha de atualização para os promotores sobre as alterações legislativas e em junho acontecerá um grande seminário em Belo Horizonte para tratar das eleições municipais, com uma série de palestras, conversas, debates a respeito e uma reunião com muitos promotores de Minas Gerais.

Coeficiente eleitoral

Questionado sobre o coeficiente eleitoral, o entrevistado afirmou que com relação ao preenchimento das 15 cadeiras na Câmara Municipal em Poços, a definição dos candidatos que vão ocupar estas cadeiras, será através do coeficiente eleitoral. "Você pega o número de votos válidos, digamos 100 mil votos válidos, que são aqueles em que a gente exclui os brancos e nulos, e divide por 15. Vamos ter 6.600, então significa que para um partido especificamente ocupar uma cadeira na Câmara Municipal ele precisa atingir esse coeficiente eleitoral", explicou.

   EM OFF   

* As mudanças nas regras de distribuição dos recursos do ICMS da Educação em Minas Gerais geraram um prejuízo de R$ 85,5 milhões (valor bruto) em apenas um mês às 100 cidades do Estado mais afetadas. Os dados levantados pela Secretaria da Fazenda de Contagem mostram os impactos só em janeiro, primeiro mês desde que passaram a vigorar a regra aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador Romeu Zema (Novo).

* Poços de Caldas aparece na 12ª posição entre as cidades que mais perderam este tipo de recurso. Apenas no mês de janeiro, R$ 1.569.865 deixaram de serem repassados a prefeitura de Poços onde a receita já vinha em queda desde o ano passado, quando a previsão orçamentária ficou abaixo do previsto em mais de R$ 300 milhões.

* Realmente não dá para aprovar a atitude e principalmente os gestos de deboche do ex-prefeito e atual diretor-presidente do DMAE, Paulinho Courominas, por ocasião da sua chegada à prefeitura, na terça-feira, quando preferiu entrar pela porta da frente e passar entre os servidores que faziam manifestação contra o chefe do executivo e também contra o DMAE. Paulinho poderia ter optado pela entrada lateral que ele conhece muito bem, e com isso teria evitado o contato direto com os manifestantes. A nota de repúdio que recebeu do sindicato em nome dos servidores foi merecida.

* Pelo que estão comentando os colunistas políticos, um PT se transformou em uma espécie de coisa ruim, que ninguém quer por perto. São muitos os candidatos a prefeito que estão querendo se livrar do “encosto” porque as pesquisas indicam alta rejeição aos candidatos apoiados pelo partido do presidente Lula. No que diz respeito à política local, o descolamento da legenda petista ajuda muito a candidatura do ex-prefeito Eloisio Lourenço.

* O Podemos em Poços de Caldas mudou sua direção e já não mais pertence ao ex-vereador Rovilson de Lima. A nova comissão provisória do partido é composta por vários servidores da secretaria municipal de saúde, alguns deles, inclusive contratados por meio do convênio com a Santa Casa de Salto de Pirapora. Fazem parte da comissão Marcelo Munhoz Silva, Gustavo Cotrin, Beatriz Frizon, Marcela Garcia, Mario Otavio Gouvea, Michele Bertozzi e Welles Cava. Segundo comentários, nesta nova composição do Podemos, estão as digitais do secretário Thiago Mariano.

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* Eloisio por sinal, continua trabalhando para concretizar a sua candidatura a prefeito e para contar com o apoio nacional do seu partido, o PSB, esteve reunido com o presidente nacional da legenda, Carlos Siqueira, de quem recebeu aval para ser o candidato do partido em Poços e a promessa de que o partido dará todo apoio durante a campanha. "Durante nosso encontro, discutimos detalhadamente seu programa de governo e as estratégias para sua pré-candidatura à prefeitura de Poços de Caldas", informou Carlos Siqueira através de suas redes sociais.

* O deputado federal Aécio Neves (PSDB) apresentou um projeto de lei complementar que pretende proibir a federalização de estatais. Caso o PL seja aprovado, ele impediria a federalização da Cemig, Copasa e Codemig como forma de abater a dívida de Minas Gerais com a União, como prevê o plano alternativo ao Regime de Recuperação Fiscal apresentado pelo presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD), em conjunto com o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Tadeu Leite (MDB).

* E por falar no PSDB, conforme noticiou o jornalista Rodrigo Costa, não está descartada a filiação do secretário de governo Paulo Ney de Castro Júnior, no Republicanos. Um dos motivos que pode levar o pré-candidato do grupo da situação a procurar outra legenda é que dificilmente o PSDB irá disponibilizar recursos do fundo eleitoral para bancar a campanha do candidato indicado pelo prefeito Sérgio Azevedo.

* O PL e bolsonaristas mineiros estão programando uma série de visitas a municípios onde o PL terá candidato a prefeito, começando pelo Triângulo Mineiro. Bolsonaro deve passar pelas cidades de Uberlândia e Uberaba nos dias 2 e 3 de abril, e em seguida viajar para outras cidades. Por aqui, pelo menos até agora, o presidente do PL, Marcelo Heitor não deu nenhuma informação a respeito da visita de Bolsonaro e se existe possibilidade de ele incluir Poços nesta sua vinda a Minas.

* No diário oficial do município, edição desta sexta-feira, está publicada a Portaria de número 001/2024, que regulamenta o porte de arma de fogo e munição pela Guarda Civil Municipal. São sete páginas onde em seu artigo primeiro, a portaria deixa claro que o porte de arma de fogo somente será concedido ao Guarda Civil Municipal que comprovar a realização de treinamento técnico e possuir aptidão atestada em laudo psicológico, observadas as normas estabelecidas na legislação aplicável e nesta Portaria.